segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pedra, flor e espinho.

Sobre a garota que gostava de abraços e de ouvir o barulho do mar.




* pois é, felicidade não gera bons textos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

And we'll do it again.

Não sei se o certo é dizer que faz tempo que não escrevo algo digno de ser postado, ou que não consigo escrever nada que considere relevante, ou apenas o fato de que não consigo organizar um texto além de tópicos de estudo e textos dissertativos. Talvez eu apenas não tenha conseguido, em todo esse tempo, entender o que penso ou sinto, devido ao fato de ter decidido ignorar e não dar vazão a nada dessa natureza.
Continuo aqui, continuo a mesma, um enigma, um espaço fechado, confusa, aleatória, geminiana, impulsiva,ácida, melancólica, perdida. Não muito convencional ,sempre com medo de uma vida medíocre e eternamente lutando contra isso. Ainda não gosto da ideia de me expor, mas por alguma razão desconhecida, continuo fazendo. Ou não, talvez minha noção de exposição seja diferente da dos outros induvíduos com quem convivo. Me expondo ou não, continuo odiando a sensação de ser invadida, e isso é algo que nunca irá mudar, ou talvez mude, uma vez que canso de minhas ideias com a mesma frequência que costumo cansar de roupas, pessoas e cortes de cabelo. Essas estações em instantes que fazem minha vida parecer um mar revolto...
Enfim, estava com saudade disso aqui. Voltei.

sábado, 16 de julho de 2011

Everything's beautiful and nothing hurts.

Voltava para casa depois de um longo e cansativo dia, nada de especial, apenas voltava,apenas seguia. O sol havia ido embora e a escuridão não assustava, não fazia nada, era simplesmente algo inevitável, sinal de que o dia havia passado, mais um dia. Ia embora em boa companhia, tendo uma conversa despreocupada, simples; o vento soprava, bagunçando meus cabelos, agitando minhas roupas, levando a tristeza embora. As luzes azuis me tranquilizavam, acolhiam, sorriam para mim, me faziam feliz. As coisas finalmente pareciam estar no lugar certo. Eu parecia estar no lugar certo agora.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

I had to stop myself.

Veio o impulso. Vieram pensamentos, imagens. Palavras vinham como facas furiosas e afiadas, que eu lutava para não deixar sair, engolia cada uma delas. Cada palavra descia rasgando, cortando, ferindo cada vez mais; pesava no meu estômago vazio. Não importa.
Parei, respirei fundo, observando o nada, um ponto vazio. Pensava em meus agradáveis tons de cinza. Aprendi a desligar. Ótimo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Amor e ódio.

Minha relação com as palavras sempre foi essa.Fui a primeira a aprender a falar,e a primeira a aprender ler,mas as palavras nem sempre foram suficientes pra expressar o que eu sinto.Elas devem ser algum tipo de remédio,que cura na dose certa,embriaga e vicia se tomar uma dose maior,e o pior,mata se usar de maneira errada.

domingo, 13 de março de 2011

Maybe.

E no meio de toda essa bagunça,talvez, e só talvez, eu precise de alguém que segure minha mão e diga que tudo ficará bem.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

-

Dentro de mim há vários precipícios,
(que as pessoas chamam de sentimentos)



 

e eu pulo.